Duas curtinhas, porque é véspera da noite de Natal…

Os jornais Financial Times, The Guardian e a agência de notícias Bloomberg tiveram acesso a documentos confidenciais que sugerem: o todo-poderoso CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, pretende investir alto em suas ambições políticas. Sabe-se que o bilionário gostaria de assumir algum cargo na Casa Branca e, não por acaso, um de seus principais sócios, o cofundador da Paypal, Peter Thiel, apoiou formalmente a campanha de Donald Trump. Detalhe: Zuckerberg não aceita abrir mão do controle acionário da companhia – o que seria uma exigência legal para entrar no novo governo.

Os pequenos mercados e as mercearias do futuro não terão mais atendentes, caixas nem filas. Pelo menos no conceito da Amazon. A gigante norte-americana de vendas on-line acaba de anunciar a Amazon Go, uma loja física em que o consumidor entra, retira o que quer e sai do local sem precisar abrir a carteira, tocar em moedas ou no cartão de crédito.

Diferente da dinâmica das lojas comuns, a Amazon Go foi concebida e está sendo construída para que os clientes façam suas compras usando apenas um aplicativo (também chamado Amazon Go). Funciona assim: você registra a sua entrada na loja passando o celular pelo scan, pega uma cesta ou carrinho e adiciona todos os itens que quiser, de frutas a refrigerantes, de um sanduíche de frango a um cupcake. Automaticamente, uma tecnologia chamada Just Walk Out Technology identifica quando um produto sai da prateleira (e quando eventualmente volta, se o cliente o devolve) e para onde ele vai. Todos os produtos selecionados são então incluídos numa lista de compras e o valor final é debitado na conta da Amazon.

A primeira loja Amazon Go deverá ser inaugurada em Seattle, no estado de Washington, no início de 2017.


Ricardo Largman, jornalista formado pela PUC-RJ em 1982, é crítico de cinema, consultor de Comunicação e assessor de Imprensa do Instituto IBMEC.