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De 2011 a 2015 a Oi teve um desempenho crescente nas contas patrimoniais e de resultados intermediários, a exceção do resultado líquido que despencou em 2014 e atingiu o prejuízo de R$5,3 bilhões em 2015. Por outro lado a empresa teve um crescimento significativo da sua dívida líquida alcançando em 2015 um valor próximo a R$66 bilhões configurando uma relação com o EBITDA de 8,5 vezes.

Observando a distribuição de valor a companhia distribuiu um valor adicionado de R$23 bilhões em 2015 para seus stakeholders; este indicador apresentou uma taxa composta de crescimento no período de 25% ao ano de 2011 a 2015.

Na comparação do 1S2015 versus 1S2016, a companhia teve um desempenho desastroso: queda nas contas patrimoniais, aumento da dívida líquida, queda real de receitas de mais de 10%, aumento de mais de 10% dos custos, queda na geração de caixa medida pelo EBITDA e redução violenta no resultado líquido com prejuízo de R$2,3 bilhões no 1S2016.

Leia o Artigo na íntegra clicando aqui.


Luiz Guilherme Dias é engenheiro, MBA em Finanças e Mestre em Economia Empresarial. Desenvolveu o Banco de Dados SABE, oriundo do IBMEC, que reúne mais de 100.000 balanços empresariais.

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